Ordenação Pastoral: Um Chamado, Uma Responsabilidade, Uma Aliança com Deus
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COFIEMA
A ordenação pastoral é mais do que uma cerimônia — é a confirmação pública de um chamado divino e o compromisso de servir à Igreja com integridade, santidade e amor.
Na COFIEMA, cremos que o ministério pastoral é um dom concedido por Deus e confirmado pela Igreja. A ordenação pastoral não é apenas um rito formal, mas um ato espiritual de reconhecimento, unção e envio. Ela expressa a confiança da Igreja de que aquele ministro foi chamado, preparado e aprovado para cuidar do rebanho do Senhor.
“Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível…” (1 Timóteo 3:1-2)
O Significado Bíblico da Ordenação
Desde os tempos bíblicos, o ato de imposição de mãos simboliza separação e delegação de autoridade espiritual. Em Atos 13:2-3, vemos a igreja de Antioquia separando Barnabé e Saulo para a obra do ministério. A COFIEMA segue este princípio apostólico, conduzindo o processo com oração, jejum e avaliação criteriosa do ministério e do caráter do candidato.
Ser ordenado é assumir publicamente o compromisso de servir e não ser servido, de pastorear com amor, ensinar com fidelidade e liderar com humildade. A ordenação não é um título, mas um peso de glória que requer obediência, zelo e perseverança até o fim.
Etapas do Processo de Ordenação pela COFIEMA
- Indicação local: o ministério de origem apresenta o candidato à COFIEMA com carta de recomendação pastoral e relatório ministerial.
- Avaliação doutrinária: o candidato passa por entrevista teológica e análise de conduta cristã, em conformidade com os princípios bíblicos e o estatuto da convenção.
- Formação ministerial: cumprimento de cursos e módulos preparatórios




